Meu corpo me pede para não continuar
Seria meu limite fazer apenas o que sou ordenado pelo braço, perna, cabeça e costas
A capacidade do ser humano estaria vinculado ao seu espírito?
Até onde vai meu potencial vai meu coração ou minha mente?
Se o instante do limite estivesse perto do fim seria o inconsciente pensar no irracional fictício que transforma o aqui no acolá e o agora no depois
Ser tão somente limite faz o homem trilhar caminhos incertos e frágeis porque mais do que realizar é simplesmente mais do que pensar quando o fazer é realidade e o pensar pode trazer insegurança ao tentar mudar
Saberia o homem parar na continuidade do fracasso ao se deparar com o quase impossível de reações geradas?
Insistir na possibilidade de erro é como voar para o solo ao estar deitado no chão de costas para baixo
Daí o ser humano acredita no instante agora sem formular perspectivas de indagações naquela corrente temporal de sensibilidade Motora-intelectual do amanhã
Onde é a linha que separa o impossível do homem e da mulher na sua limitação dos desejos e ações para busca da transcendência utópica ?
Existiria um ponto minúsculo que cegaria a cabeça da humanidade para não ver o possível da constante mutação universal das coisas ao redor?
Às vezes superar a incapacidade seja uma maneira dialética de tornar complexa a normativa declaração clara e insensata de que sem tentativa não há liberdade
Ou o barulho da civilização atrapalhe a formulação ética de elevar o pensamento ao campo de mudança evolutiva
Ainda pode ter culpa a educação desculturalizada com escrúpulos de heranças fracas na fomentação característica do processo irremediável de obscuridade
Esclarecer inverdades de limitações é tão irreal que a localização da fraqueza e os motivos que a levaram tornam-se fúteis ao perceber que simplesmente parece raramente na construção de verdadeiras aldeias de nativos corruptos.
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